Friday, May 22, 2009

As religiões e o Estado.


Estou neste momento a preparar um POST, relacionado com “os Protocolos dos Sábios do Sião”, em que vários pontos de vista, pró e contra, estão a ser analisados.
Dado a enorme quantidade de informação e a complexidade da questão, achei por bem deixar este POST prévio, até para esclarecer a minha posição. (Linha Editorial).
Sou a favor do indivíduo e, portanto, contra qualquer forma de manipulação, visível ou invisível da vontade alheia.
Creio no debate de idéias, e na evolução das mentalidades por comunicação directa e individual do um com o todo.
Não creio em nenhuma religião organizada, e nem mesmo concebo DEUS em nenhuma das formas em que é normalmente apresentado.
Creio que todas as religiões, não fazem mais que manipular, para melhor retirarem proveitos das suas próprias agendas.
E sim, acredito que existe uma organização multicultural e multinacional, que se vale de tudo, desde o desporto à religião, para implementar a sua agenda oculta.
Um só Estado uma só moeda uma só cúpula dirigente, uma só classe privilegiada.
Privilegiada no conhecimento e no nível sócio-economico.
Quanto mais analiso documentos mais chego à conclusão que não existe diferença entre Cristãos, muçulmanos, Judeus ou qualquer outra igreija institucionalizada.
Todos são irredutíveis nos seus Dogmas e todos advogam que por um bem maior um mal é aceitável.
Todos são hipócritas e falsos.
Tendo estabelecido a minha posição, devo dizer que me assustam mais os que têm poder e acesso fácil a grandes fortunas, que os pequenos grupos isolados e que bradam aos céus sem que ninguém lhes faça caso.
Nos próximos POSTs, deixarei reflexões e análises que apontam, não para uma, mas sim várias organizações cristojudaicomuçulmanas, que ao longo da história têm tentado obter o controlo das relações internacionais, e por essa via o domínio mundial.
Podem dizer que sou louco...
Estarei em boa companhia... Muitos dos grandes da historia foram apelidados de doidos varridos, e não raras vezes condenados a morte!

Tuesday, February 19, 2008

Deuses e Igrejas


Há cerca de 6 meses decidi deixar de ter televisão em casa.

Isso mesmo, sou um bicho do mato. Não tenho televisão.

Ao desligar todo e qualquer sinal de emissão pública ou privada que entrava no meu reduto, decidi ver apenas as series, filmes ou documentarios do meu interesse e da minha escolha. Um grito de liberdade.

Com uma ligação de banda larga e sem limite de downloads, facilmente se consegue aceder aos conteudos pretendidos.

Tendo toda a saga do stargate, já que sou fã de ficção cientifica, comecei a ver os episódios. Aqui vamos directos para o tema do POST.>br>


No universo imaginado, nós , os terraqueos ou como conhecidos pelos habitantes de outros mundos, os tóri, vamos explorando planetas e travando conhecimento com diversas raças.

Na boa tradição americana, vamos impondo as terraqueas ideias e formas de viver.
Os arqui-inimigos, são encontrados na forma de "simbiontes" que afirmam serem DEUSES.

Deuses egipcios, mais precisamente. Ditos Deuses, escravizam várias raças humanoides, para as usarem como hospedeiros e assim garantirem a sua sobrevivencia.
Paralelismo directo à Igreja Judaico-cristã, que através dos tempos, na forma continuada e implacavel como controla, ou tenta controlar, o destino dos fieis, não é mais que um parasita a tentar manter a todo o custo a sua própria sobrevivencia.
Muito longe do Misticismo e o conformo que a imagem de um Deus deveria oferecer, exige a troco de condenação eterna. O Inferno.
Não vou sequer entrar em discução retórica sobre o papel da Religião, já que nada lhe aponto. Aponto sim o dedo à Igreja. Para quem estiver interessado, o ducomentário Zeitgeist lança alguma luz sobre a evolução das Igrejas na sociedade humana, e a sua real função.

Até hoje não encontrei nenhuma religião que se me apresentasse vazia de interesses pessoais, pelo que a minha relação com o Todo, Universo, Energia ou se quiserem Deus, é de um para um, uma formiga para um dinossauro, um grão de areia para um Deserto, mas ainda assim de um para um.

Adeuses às Igrejas, olá aos que vejas

Wednesday, January 16, 2008

Os sonhos e o Real

Quando acordo, sobressaltado, de um sonho, fico sempre com uma sensação de angustia.
Se o sonho era bom, porque acabou. Se era mau, porque normalmente não consegui identificar os personagens, nem perceber ou vislumbrar o final.

Há quem afirme que os sonhos são mensagens do futuro. Eu creio que são mensagens, sim, mas do nosso passado e presente a mostrarem caminhos que podemos ou não escolher, e que muitas veses se apresentam de forma distorcida.

Sonhar com algo bom que se perdeu, não é uma indicação de que se vai voltar a conquistar, mas mais um aviso para ter mais cuidado da proxima vez.
Os sonhos são as amargas recoradçoes dos falhanços, ou as doces esperanças das espectativas.
Mas nisso são iguiais aos pensamentos que temos quando dispertos. A unica diferença é a ilusao de realidade de tal pensamento (o sonho). Como diz o poeta...


"Em sonhos, é sabido, não se morre

Aliás essa é a Única vantagem

De após o vão trabalho

O povo ir de viagem ao sono fundo

Fecundo

Em glórias e terrores e aventuras"



Assim que espero não voltar a sonhar com quem sonhei hoje, e amanhã poder sonhar com alguem diferente.

Até lá.....


Fiquem bem

Wednesday, August 22, 2007

O Papado

Deus não precisa de fiel depositário !!

O papa não é Deus na Terra!

O Papado é culminar da transformação da espiritualidade (religião) em politica (Igreja)!

Nenhuma das Escrituras apoia essa instituição como uma ordenada por Cristo para difusão dos seus ensinamentos (igreja).
E ainda que Jesus Cristo tenha proferido a Pedro as bem conhecidas palavras:
"Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja" (Mt 16.18).

Estas palavras não declaram que Pedro seria o chefe universal (Papa) da igreja (o primado de Pedro) e que a sua autoridade seria transmitida aos seus sucessores (sucessão apostólica).

Nos primeiros tempos de gerações de cristãs, estas palavras não foram entendidas dessa maneira.
Não se vê em todo o Novo Testamento nenhuma afirmação que indique que Pedro tenha ocupado uma função especial de liderança na igreja primitiva.

No "Concílio de Jerusalém", narrado no capítulo 15 de Atos dos Apóstolos, isso não aconteceu, e o próprio Pedro não reivindica essa posição nas suas duas epístolas.
Pedro apresenta-se como apóstolo de Jesus Cristo e como um presbítero entre outros (1 Pe 1.1; 5.1).
Históricamente é ainda mais difícil estabelecer uma relação inequívoca entre Pedro e os bispos de Roma.
Os historiadores não vêem uma base segura para afirmar que Pedro tenha estado em Roma, quanto mais para admitir que ele tenha sido o primeiro bispo daquela igreja.

É um facto que não houve episcopado monárquico no primeiro século.
As igrejas eram governadas por colegios de bispos ou presbíteros (ver Atos 20.17 e 28; Tito 1.5 e 7).
É de notar que o caracter corporativo da própria instituição (Papado), que como tal tem politicas próprias e jogos de poder internos, parece ir frontalmente contra os mais básicos ensinamentos de pobresa e humildade.
Ao longo da história, e principalmente na idade media, no perido do obscurantismo, a instituição Papal foi responsavel por definir os comportamentos aceites em áreas como a Teologia, Organização eclesiástica e relações entre a igreja e a sociedade leiga.

O poder do Papado era total e absuloto. Ainda que em alguns casos de uma forma implicita, manifestando-se pela forma como podia influenciar as decisões politicas dos vários reinos.
Convinhamos, trata-se desde o principio de uma organização politica em que a doutrina serve para justificar os meios, usados para alcançar um dado fim. E se não são questionaveis muitos dos ensinamentos idiologicos que professa, o mesmo não se pode dizer dos metodos que usa.

A palavra Papa, com origens Grega (Papas) e latina (Papa) foi inicialmente usada referindo-se a membros do clero de alta hierarquia, em especial aos Bispos.
Por volta do seculo quinto, o termo "Papa" passa a referir-se quase em exclusivo aos Bispos Romanos. Ou seja assistimos a uma transição do poder militar do Império Romano, para um poder espiritual, onde os Bispos Romanos eram a autoridade suprema sobre a igreja ocidental.
A complexidade deste processo, merecia um estudo por si só, que ficará para outro Post. Para que não é estranho as estes temas , não será com surpresa que irá descobrir que a Igreja foi gradualmente adaptando datas e festividades pagãs, já existentes, à sua propria agenda, e transformando os rituais ancestrais, redecorando os mesmos com santos e efemerides da sua escolha.
Com a conivencia, meio crença meio obrigaçao das gentes, os customes locais, foram gradualmente transformando-se e acabaram por criar toda a miriade de festas populares que fazem hoje parte do panteão da Igreja católica.

As origens pagãs, há muito esquecidas, podem contudo ser ainda identificadas nos simbolos e nas formas que os ritos adoptam, principalmente nas regiões menos industrializadas.
O Papado, continua a emanar o seu poder de Roma e o povo, que hoje professa a Religião Católica, está muito longe das velhas relegiões pagãs e animistas. Mas nem por isso está mais perto de uma Relegião Católica Apostólica Romana, que é algo que só existe na cabeça de uns quantos e nos gabinetes e corredores do Vaticano.

Não se pode fechar a espiritualidade de um povo numa norma , e não se pode fechar o Homem numa mentira.

Deus não deixa!!

Seja que Deus for!!

Pois quando se manifesta, e manifesta-se a todo o momento, quem entende , ouve!!

Tuesday, July 17, 2007

Abertura


bem, cá vamos em mais um blog :))

Como um amigo disse , já lá vão não sei quantos.

A ideia é deixar aqui uma espaço de debate, ou no caso de ninguem visitar o blog apenas um apanhado, sobre este tema que tanto me apaixona.

O transcendental

Como ponto de partida e para enquadrar um pouco o debate, deixo alguns links para a wikkipedia:

Deus: http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus

Devindade: http://pt.wikipedia.org/wiki/Divindade

Deidade: http://pt.wikipedia.org/wiki/Deidade

A ideia é deixar constancia neste espaço de várias forma de pensar Deus.

Independentemente das minhas crenças pessoais, todos os cometários têm entrada directa e sem moderação.

Para abrir o apetite fica aqui uma lista de devindades clássicas.
Agradeço informação para a aumentar.

MON (Amen, Amun):
O grande deus de Tebas de origem incerta.Representado como um homem, o sol e algumas vezes como o falo.Identificado com Re como AMON-RA.Os seus animais sagrados são o cordeiro e o ganso.

ANAT:
Deusa de origem síria, com caráter guerreiro, representada como uma mulher que segura um escudo e um machado.

ANUBIS (ANPU):
O Deus-chacal, patrono dos embalsamadores, curadores e cirurgiões.Tanto em cerimonias de cura como em mumificassões, Anubis era a deidade patrona que preparava o morto e curava o vivo.Anubis é considerado o grande deus-necropolitano.

ANUKIS (ANQET):
Deusa da região das cataratas de Aswan. mulher de Khnum.

ASTARTE (As-start-a):
Deusa de origem síria, introduzida no Egito durante a decima oitava dinastia.Também conhecida como 'Deusa do Céu' e seu culto era freqüentemente misturado com as adorações de Isis.

ATEN:
Deus do Disco-Solar, venerada como o grande Deus Criador .

HARPOCRATES (HOR-PA-KHRED):
Uma forma posterior de Horus em seu aspecto de filho de Isis e Osiris, representado como uma criança nua usando um cinto de castidade e com um dedo
colocado sobre a boca.

HATHOR:
Deusa de muitas funções e atributos, representada frequentemente como uma vaca ou mulher-cabeca-de-vaca, ou como uma mulher com chifres.O bezerro do reino, o bezerro dourado.
Centros de culto em Menfis, Cusae, Gebelein, Dendera, a deidade patrona da região mineradora do Sinai, identificada pelos gregos com Afrodite.Foi enviada por Re para limpar a terra de pessoas descrentes.
Após escravizar todos que se opunham a Re, pediu para descansar e tornou-se o equivalente grego de Afrodite, a deusa do amor, da fertilidade e das
mulheres.Há muitos mitos em volta da figura da deusa Hathor.

HEQET:
Deusa-Sapo de Antinoopolis onde era associada a Khnum.Ajudante das mulheres na hora do parto.

HORUS (Haroeris, Harpocrates, Harsiesis, Re-Harakhty):
O deus falcão, originalmente o deus-ceu, identificado com o rei enquanto fosse esse vivo.Conhecido como o filho de Osiris e Isis.Horus foi também o vingador de seu pai Osirius, morto por Set.O olho de Horus veio de um mito de suas batalhas onde Horus abriu mão de seu olho direito em batalha. Desde então o Olho de Horus tem sido usado
para representar forca, vigor, e auto-sacrificio. Seus centros de culto encontravam-se em muitos lugares, Behdet no Delta, Hierakonpolis e Edfu no
Alto Egito.

ISIS:
Conhecida como a divina mãe e esposa de Osiris, mãe de Horus.Isis é uma das quatro grandes Deusas protetoras (Bast, Nephytes e Hathor) guardiã de túmulos e urnas mortuárias.Isis é irmã de Nephytes com quem atuava em conjunto como carpidora divina para o morto, e divinamente é representada pela Cruz Ansata (Ankh).No ultimo período Pilasse foi seu principal centro de culto.Ela é conhecida também com Rainha do Céu (similarmente a Astarte) e rege sobre todos os assuntos que concernem a vida, a maternidade e a bruxaria.
Na origem do mito de Re e do mundo, foi escrito que ela encontrou o nome "Re" fazendo com que uma serpente venenosa mordesse Re por encantamento.A serpente mordeu Re e a única maneira de curá-lo foi pela descoberta de seu verdadeiro nome.Conhecendo esse nome, ela obteve um poder do mesmo porte do dele e a partir disso tornou-se conhecida como a feiticeira divina.Outro mito de Isis concerne a ambos, Osiris e Horus.Nesse mito, Set assassina Osirius e dispersa seu corpo em seis pedaços, um em cada canto do mundo.Isis vai ao encontro desses pedaços quando estava com Horus em seu ventre. Durante esse tempo Osiris tornou-se Senhor dos mortos. Horus foi dado à
luz e comprometeu-se a vingar a morte de seu pai pelo assassinato de Set. Isis viveu a partir de então como pranteadora divina na terra e no céu.

KHEPRI:
O deus-escaravelho, identificado a Re com deus criador; freqüentemente representado como um besouro com o disco solar.

KHONS :
O deus-lua, representado como um homem; com Amun e Mut como seu pai e sua mãe, formando a tríade thebana.

MAAT:
Deusa da verdade, do direito e da conduta adequada; representada como uma mulher com uma pena de avestruz em sua cabeça. Diz-se que no
julgamento do morto ela segura a balança que pesa o coração humano.

NUN (NU):
Deusa do caos primevo, Nu era também vista como a água primordial a partir da qual os deuses, a terra e os humanos foram criados, ou
seja, o caos a partir do qual criou-se a ordem.

NUT (NUIT):
Deusa do céu, mulher de Geb, o deus-terra; representada como mulher, seu corpo nu curvado para formar o arco celeste.

OSIRIS (Asar):
Deus do mundo subterrâneo, identificado como deus dos mortos; também um deus da inundação e da vegetação; representado como um rei
mumificado; principal centro de culto Abydos. Osiris é visto como o grande juiz dos mortos.

RE (RA):
O Deus-Sol de Heliopolis; cabeça do grande eneagrama, juiz supremo; freqüentemente vinculado a outros deuses que aspiram à
Universalidade, por exemplo Amon-Ra, Sobk-Ra; representado como o deus-cabeca-de-falcao. Assemelha-se ao pai de todos os deuses, a partir dele
todos os outros deuses e deusas foram criados. Ele e' conhecido também por três aspectos, que correspondem às posições do Sol, Amen na aurora, Re
no ocaso e Set no crepúsculo.

REHARAKHTY:
Deus em forma de falcão, corporificando as características de Re e de Horus (aqui chamado "Horus do Horizonte").

RENENUTET (Ernutet, Thermuthsi):
Deusa da colheita e da fertilidade, representada como uma serpente ou mulher-cabeca-de-serpente.

SETH (Set, Suteck):
Deus das tempestades e da violência; identificado a muitos animais, inclusive o porco, o burro, o ocapi (mamífero da família
das girafas) e o hipopótamo; representado como um animal nao-identificado, irmão de Osiris e de seu assassino, o rival de Horus; comparado a Typhon
pelos gregos.

SHU:
Deus do ar, com Tefnut forma o primeiro par de deuses no panteão heliopolitano; freqüentemente retratado como um homem separando NU (céu) de GEB (terra).

SOBK (Sebek, Suchos):
O Deus crocodilo, venerado por todo Egito mas especialmente no Faiyum, e em Gebelein e Kom Ombo no Alto Egito.

TEFNUT:
Deus do orvalho, formando com SHU o primeiro par do panteão de Heliopolis.

THOTH:
O Deus-cabeca-de-ibis de Hermopolis; o escriba dos deuses, o inventor da escrita, e grande deus de todo conhecimento; tanto o macaco quanto
o íbis são consagrados a ele. No julgamento do morto ele era o escriba que registrava as confissões e afirmações do morto em seus papiros, mantendo
assim um registro de quem adentrava o paraíso e quem era devorado pelos cães do julgamento.

UNNEFER (Wenen-nefer, Onnofhris):
Nome que significa "aquele que nunca chora", o deus que esta' sempre feliz, dado a Osiris após sua ressurreição.


Deusas e assuntos que lhes são atribuidos:
AMOR:
Afrodite, Astarte, Ishtar, Beltis, Branwen, Freya, Hathor, Isis, Maia, Mari, Oxum, Vênus, Lilith;

LEI E JUSTIÇA:
Atena

DINHEIRO, TRABALHO E NEGÓCIOS:
Demeter, Habondia, Cerridwen, Dannu, Gaia, Mãe do Milho, Bona Dea. TRABALHO CRIATIVO,

ARTES:
Brigid, Cerridwen, Athena, Minemósine, as Musas, Saravasti.

CURA:
Brigid, Ísis, Artemis, Hebe, Higéia, Maat, Nêmesis, Têmis, Aradia.

DEVOÇÃO, COMPAIXÃO:
Kwan Yin, Maria.

LAR, FAMÍLIA:
Vesta, Hera, Concórdia, Rhea, Tara.

FILHOS:
Eileithya, Carmenta, Juno.

PROTEÇÃO:
Freya, Diana, Pallas Athena, Maeve

TRABALHO PSÍQUICO:
Cibele, Hécate, Cerridwen, Neftis, Perséfone, Hel, Ísis.

Aproveitam e mandem postas